Se esta mensagem circular de maneira vigorosa, o Jornal Nacional vai ter que enfrentar o Lula e perguntar aquilo que todos nós queremos saber.
Queremos que Bonner e Fátima façam as perguntas a Lula que o Reinaldo Azevedo sugere para a entrevista do Jornal Nacional:
1) O senhor prometeu criar 10 milhões de empregos e chegará ao fim do mandato criando quatro milhões. Neste tempo, a renda da classe média caiu, e os empregos gerados se concentram na faixa de até 2 salários mínimos. A chamada distribuição de renda do seu governo não se faz à custa do empobrecimento dos menos pobres?
2) O Senhor disse que banqueiro lucra no seu governo e, por isso, não precisa de Proer. O Senhor sabe quantos Proers o Brasil paga por ano para sustentar os juros reais mais altos do mundo?
3) O seu filho, até bem pouco tempo antes de o Senhor assumir a Presidência, era monitor de Jardim Zoológico e, hoje, já é um empresário que a gente poderia classificar de milionário. O Senhor não acha uma ascensão muito rápida?
4) Genoino sabia do mensalão. Silvio Pereira sabia do mensalão. Dirceu sabia do mensalão. Ministros foram avisados do mensalão.
Só o senhor, da cúpula, não saberia. O senhor não acha que, nesse caso, não saber é tão grave quanto saber? E se houver mais irregularidades feitas por amigos seus que o senhor ignore?
5) Presidente, na sua gestão, as invasões de terra triplicaram, caiu o número de assentamentos e mais do que dobrou o número de mortos no campo. Como o senhor defende a sua política de reforma agrária?
6) O senhor não tem vergonha de subir em palanque onde estão mensaleiros e sanguessugas?
7) Presidente, em 2002, o Brasil exportava a metade do que exporta hoje, e o risco país era sete ou oito vezes maior. O país pagava 11% de juros reais. Hoje, continuamos a pagar mais de 10%. Como o senhor explica isso?
8) Em 2002, o governo FHC que o Senhor tanto critica repassou para São Paulo, na área de segurança, R$ 223,2 milhões.
Em 2005, o seu governo repassou apenas R$ 29,6 milhões. Só o seu avião custou R$ 125 milhões.
Não é muito pouco o que foi dado ao Estado que tem 40% da população carcerária do país?
9) Quando o Senhor assumiu, o agro negócio respondia por mais de 60% do superávit comercial. Quase quatro anos depois, o setor está quebrado, devendo R$ 50 bilhões. O Senhor não acha que o seu governo foi um desastre na área?
giovedì 5 agosto 2010
sabato 31 luglio 2010
SERRA ESCONDIDINHO EM MINAS
William Ferraz
Coordenador do núcleo de Movimentos Sociais da JPSDB-SP/Capital
Diretório PSDB Jabaquara
São Paulo
Candidato a Deputado Estadual - 45011
Coordenador do núcleo de Segurança Pública da JPSDB-SP/CapitalCoordenador do núcleo de Movimentos Sociais da JPSDB-SP/Capital
O repórter Rodrigo Vizeu, visitou quatro comitês tucanos em Belo Horizonte. Simulando interesse, pediu cartazes, adesivos e santinhos
Em três, recebeu peças sem a foto de Serra. Imagens, só as de Antonio Anastasia, candidato ao governo, e as de Aécio Neves e Itamar Franco, postulantes ao Senado.
No quarto comitê, submetido a quadro semelhante, o repórter foi específico. Pediu peças com Serra. Só então obteve adesivos com o rosto do presidenciável.
Noves fora esse adesivo, o repórter recolheu nos comitês dez tipos de peças de campanha que o PSDB mandou confeccionar em Minas.
Serra aparece apenas em cinco. Nada de foto. Só o nomezinho, bem pequenininho, na lateralzinha.
A peça da campanha tucana mais encotradiça nas ruas de Belo Horizonte é um adesivo com as faces de Anastasia, Aécio e Itamar. Nem sinal de Serra.
Normal? A julgar pelo que se passa no comitê de Hélio Costa (PMDB), nem tanto. Ali, o repórter recolheu seis modelos de impressos de campanha.
Dilma Rousseff é mencionada em todos eles. Em quatro, a rival de Serra aparece na foto, ao lado de seus aliados mineiros.
Parecem detalhes insignificantes. Mas, numa campanha polarizada como a atual, a vitória será feita de detalhes.
domenica 25 luglio 2010
MAIS DENÚNCIAS
SEGURA-TE, JUVENTUDE CONSERVADORA.
NÓS PRECISAMOS DEIXAR CLARO A ESTE PESSOAL DA INTERNET QUE AS LIGAÇÕES DO PT COM NARCOTRÁFICO É MAIS ANTIGA QUE O GOVERNO LULA.
É PRECISO LEMBRA-LOS QUE O PT ORIENTOU E FORNECIA A LISTA DE RICOS BRASILEIROS QUE PODERIAM SER SEQÜESTRADOS, PELAS FARC E PELO SANDEIRO LUMINOSO ,E QUE EFETUARAM O SEQÜESTRO DO ABÍLIO DINIZ DO PÃO DE AÇÚCAR E OUTROS RICOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA.
O SEQÜESTRADOR FRANCO ARGENTINO JORGE ALTAMIRA [ SAUL JORGE WERMUS QUE FAZIA PARTE DO GRUPO DE SEQUESTRADORES É IRMÃO DO FELIPE BELIZÁRIO WERMUS [ VULGO LUIS FAVRE] EX MARIDO DE MARTA SUPLICY.
É BOM RELEMBRAR MAIS ALGUMAS COISAS.
O SENADOR SUPLICY , LULA E GENUÍNO FORAM PARA PORTA DO PRESÍDIO DO CARANDIRU EM SP,E JUNTO AO CARDEAL DOM PAULO EVARISTO ARNÊS, EXIGIRAM DO GOVERNO FHC LIBERDADE DOS SEQÜESTRADORESE TRAFICANTES.
A LIGAÇÃO DO PT COM AS FARC E COM SANDEIRO LUMINOSO É PORTANTO É ANTERIOR AO GOVERNO DO LULA E DE SUA QUADRILHA.O PT ANTES DE 2002 MONTAVA SUA CAMPANHAS COM O DINHEIRO DO TRAFICO DE DROGAS DA VENDA DE ARMAS AO TRAFICO POR INTERMÉDIO DA PASTORAL CARCERÁRIA.
ALGUMA DUVIDA???????????
LEIAM E DIVULGUEM
DETALHEO ATUAL BISPO E PRESIDENTE DO PARAGUAI, FOI TESTEMUNHA DE DEFESA DE FERNANDINHO BEIRA -MAR NO INQUÉRITO CRIMINAL QUE TRAMITOU EM ASSUNÇÃO QUE APUROU A MORTE DA FAMÍLIA MOREL.
DIVULGUEM.ESTARÃO PRESTANDO UM GRANDE SERVIÇO AO SEU PAIS E JUVENTUDE DESTE PAIS.
PARA LISTA RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA, DEMOCRACIA E BLOG DO REINALDO AZEVEDO .
O FERNANDINHO BEIRA- MAR FOI PRESO DENTRO DE UMA RESERVA INDÍGENA NA FRONTEIRA COM COLÔMBIA.
FERNANDINHO BEIRA MAR TINHA A PROTEÇÃO DAS FARC, MAS TAMBÉM TINHA A PROTEÇÃO DE GENTE DA FUNAI E DO EX PRESIDENTE DA FUNAI MERCIO PEREIRA GOMES.O FALSO PADRE DAS FARC CUJA A MULHER TRABALHA DIRETAMENTE NO GABINETE DO LULA ARTICULOU POR INTERMÉDIO DO EX MINISTRO MARCIO TOMAS BASTOS QUE FERNANDINHO BEIRA MAR SE ENTREGASSE E FOSSE OPERADO NO HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS,
POIS AS EXERCITO DA COLÔMBIA HAVIAM INVADIDO TERRITORIO BRASILEIRO PARA COMBATER COM AS FARC DENTRO A RESERVA INDÍGENA .
O PT ESCONDEU ESTA GUERRA PARA SE PROTEGER E ESCONDEU O SEU ENVOLVIMENTO COM NARCOTRÁFICO.
VEJAM ESTA MATÉRIA DA REVISTA VEJA DA ÉPOCA E ISTO É ABAIXO.
RUI VICENTINI
DETALHE
FERNANDINHO BEIRA- MAR NÃO FOI MORTO NA PRISÃO, ATÉ HOJE PORQUE POSSUI DOCUMENTOS EM ARQUIVO SECRETO QUE REVELA O ENVOLVIMENTO DO PT COM O NARCOTRÁFICO
TEM PROTEÇÃO DIA E NOTE DA PF PARA QUE ISTO NÃO ACONTEÇA.
EM VERDADE; É SEU PASSAPORTE PARA VIDA ESTES DOCUMENTOS.
OS SENADORES ROMEU TUMA E MAGNO MALTA TEM COPIAS DESTES DOCUMENTOS BASTA TONA-LOS PÚBLICOS SE TIVEREM A DIGNIDADE DE HOMENS SÉRIOS.Beira-Mar vai a julgamento pelo homicídio de João Morel
Do Jornal Dia Dia
O juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Marcelo Guimarães deverá definir até a semana que vem a data do julgamento do narcotraficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar.
No Presídio Federal de Campo Grande, ele deverá ter uma escolta reforçada para o dia do julgamento. O MPE sustenta a acusação contra Fernandinho Beira-Mar pelo assassinato do traficante sexagenário João Morel.
Ele foi morto dentro do EPSM (Estabelecimento Penal de Segurança Máxima) em janeiro de 2001. A acusação é de que a ordem teria partido de Beira-Mar, pois na época, a família Morel estava em guerra pelo controle do tráfico na região de Capitan Bado e Coronel Sapucaia. João Morel foi morto a golpes de 'chucho'. TJ
No ano passado, o TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) negou recurso da defesa do traficante carioca que sustenta a falta de provas para responsabilizar Beira-Mar.
Com isso, mais uma vez o traficante carioca terá que responder à Justiça. No caso de Morel por motivo torpe, sem que Morel tivesse chance de defesa.
Guerra
Na guerra instalada na fronteira, a família Morel acabou morta e João preso por tráfico. Beira-Mar teria ordenado através de telefonema celular a morte de João Morel.
Conforme o MPE, Luiz Marcos da Silva dos Santos, conhecido como Francês, teria sido o contato de Fernandinho Beira-Mar. Junto com outros dois presos contratara quatro pessoas para matar João Morel.
No dia combinado, o crime aconteceu. Um cuidou a entrada da cela e outros três executaram a golpes de 'chucho' um dos líderes do tráfico na fronteira, ex-amigo de Beira-Mar, João Morel.
Os três envolvidos na morte, acabaram denunciados pelo juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Júlio Roberto Siqueira, hoje desembargador do TJ-MS. Os três acusados negaram a versão do MPE.
Um dos envolvidos, de apelido Marreta foi o único que assumiu a autoria do crime e foi condenado em abril de 2004 a 16 anos de prisão. Já os outros dois José Ivanilson, Welverlon e Luiz Marcos morreram.
Rede
No arquivo do Midiamax há registros do significado da rede que atua na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai.
No ano de 2002, ao ser informado sobre um plano de fuga na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande, o juiz substituto federal, Roberto Lemos dos Santos, determinou a remoção dos traficantes José Elias Fernandes do Amaral, 33, Bagual, e Eliandro Fernandes do Amaral, 24, Cateto, para as celas da Polícia Federal (PF) em Campo Grande. Os dois foram condenados a 10 anos de prisão cada um. Havia indícios que a dupla tenha envolvimento com o traficante Fernandinho Beira-Mar.
O caso também envolvia policiais civis em Mato Grosso do Sul, acusados de receber propina dos traficantes.
Naquele ano, o juiz federal Odilon de Oliveira informou a Roberto Lemos que recebeu telefonema anônimo sobre um plano de fuga, montado por Bagual e Cateto na Penitenciária de Segurança Máxima.
Recheada de cocaína
Os traficantes são irmãos e foram apontados como donos de um carregamento de 337 quilos de cocaína, que estava no avião PT-OLO. A aeronave caiu na fazenda Petiry, entre os municípios sul-mato-grossenses de Iguatemi e Naviraí no dia 29 de junho de 2000.
Bagual e Cateto tentaram resgatar a droga. No avião estavam Adão Félix Alves Vissuela e Watécio de Matos Barbosa, que ficaram feridos. A Polícia Civil chegou à noite ao local da queda e levou os traficantes para o hospital, além de ter retirado a droga.
Enquanto Bagual e Cateto vieram em caminhonetes, um Mitsubishi L200 e uma Ford F250, para retirar a cocaína. Eles tentavam um acerto com a polícia. Houve troca de tiros e a dupla fugiu.
A caminhonete Ford F-250 de Bagual foi crivada de balas. Mas, ele conseguiu fraudar, após pagar R$ 15 mil na Delegacia de Polícia de Amambai, um boletim de ocorrência onde o veículo aparecia como furtado. A manobra visava driblar as investigações contra ele. Dois presos e mais policiais resgataram a caminhonete num caminhão da Polícia Civil dentro da fazenda. O veículo ficou escondido na delegacia e foi reformado em Dourados na concessionária da Ford.
A Mitsubishi foi apreendida pela PM em poder de Eliandro, quando ele se exibia num cavalo de pau em Amambai. O promotor de Justiça, Hélton Fonseca Bernardes, deu depoimento segundo o qual os presos de Amambai participavam de festas com Beira-Mar, e ficavam soltos, com as celas abertas. Inicialmente, o traficante João Morel foi apontado como dono dos 337 quilos de cocaína, que estavam no avião. Ele acabou morto dentro da Penitenciária de Segurança Máxima e o mandante teria sido justamente Beira-Mar.
Massacre
Na fronteira, o dia 13 de janeiro de 2001 ficou marcado por um dos maiores massacres da historia da máfia em Capitan Bado, no Paraguai. O clã Morel, que fez fortuna com o tráfico de drogas internacional, foi praticamente dizimado e o mandante seria Fernandinho Beira Mar.
A família Morel deu guarida a 'Beira-Mar' depois de ele ser obrigado a sair de Pedro Juan Caballero. Como pagamento, ela teve a morte.
Os irmãos Morel foram executados juntamente com um segurança por quatro pistoleiros no próprio escritório, numa chácara distante 3 quilômetros do centro da cidade de Capitan Bado. Participaram do triplo homicídio parceiros de 'Beira Mar', liderados por 'Chapolin', que está preso no presídio Bangu-1, no Rio; 'Chiquinho Meleca', que foi morto pelo Bope (Batalhão de Operações Especiais) do Rio de Janeiro, além de outros dois pistoleiros.
O massacre completou oito anos e até hoje é uma pendência judicial. Segundo informações do Capitan Bado, a única atitude tomada partiu do fiscal (promotor de Justiça) de Capitan Bado na época, Oscar Lopes Laterza, que decretou a prisão de Beira Mar, nunca cumprida no Paraguai.
Cronologia
13 de janeiro - Capangas do traficante Fernandinho Beira-Mar assassinam Ramón e Mauro Morel ("Neni") numa chácara na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. Há quatro gerações os Morel controlavam o tráfico na região que terminou em uma disputa de território com a quadrilha de Beira-Mar.
15 de janeiro - Fernandinho Beira-Mar, foragido da polícia desde 1997, telefona para o jornalista paraguaio Cândido Figueredo, do jornal ABC Color e, numa entrevista de 45 minutos, assume a morte dos irmãos Morel. Diz que matou porque se sentiu traído. Chega a elogiar João Morel, chefão do clã e pai dos dois rapazes mortos: ''Respeito o senhor Morel, mas sei que ele não vai me perdoar por eu ter matado seus filhos'', declarou Beira-Mar naquela entrevista.
21 de janeiro - João Morel, preso desde 30 de maio de 2000, é assassinado a golpes de 'chucho' (faca artesanal) dentro da cela 38 do Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande. O detento Odair Moreira da Silva assume a autoria do crime e nega qualquer relação com Beira-Mar. Ele chegou a dizer que matou por conta de uma briga à toa que a cela de João estava aberta, que entrou para pegar uma camisa, discutiu com João e que por isso o liquidou. João Morel, preso desde 30 de maio de 2000, é assassinado a golpes de 'chucho' (faca artesanal) dentro da cela 38 do Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande.
O detento Odair Moreira da Silva assume a autoria do crime e nega qualquer relação com Beira-Mar. Diz que matou por conta de uma briga à toa. Garante que a cela de João estava aberta, que entrou para pegar uma camisa, discutiu com João e que por isso o liquidou. Arquivo Midiamax
Traficante carioca diz não ter nada a ver com morte de João Morel
Beira-Mar foi condenado em agosto do ano passado na 2ª Vara Criminal de Curitiba (PR) a 29 anos e oito meses de prisão por tráfico de drogas e armas e lavagem de dinheiro.
Ele foi condenado pelo 4º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro a seis anos de prisão em regime fechado. Ele cumpre pena na Penitenciária Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul e agora deverá ir à júri popular pela morte do antigo amigo, João Morel.
iniciaCorpo( "15;12;16; 13;17;14; 18;15"); O juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Marcelo Guimarães deverá definir até a semana que vem a data do julgamento do narcotraficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar.
No Presídio Federal de Campo Grande, ele deverá ter uma escolta reforçada para o dia do julgamento. O MPE sustenta a acusação contra Fernandinho Beira-Mar pelo assassinato do traficante sexagenário João Morel.
Ele foi morto dentro do EPSM (Estabelecimento Penal de Segurança Máxima) em janeiro de 2001. A acusação é de que a ordem teria partido de Beira-Mar, pois na época, a família Morel estava em guerra pelo controle do tráfico na região de Capitan Bado e Coronel Sapucaia. João Morel foi morto a golpes de 'chucho'.
TJ
No ano passado, o TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) negou recurso da defesa do traficante carioca que sustenta a falta de provas para responsabilizar Beira-Mar.
Com isso, mais uma vez o traficante carioca terá que responder à Justiça. No caso de Morel por motivo torpe, sem que Morel tivesse chance de defesa.
Guerra
Na guerra instalada na fronteira, a família Morel acabou morta e João preso por tráfico. Beira-Mar teria ordenado através de telefonema celular a morte de João Morel.
Conforme o MPE, Luiz Marcos da Silva dos Santos, conhecido como Francês, teria sido o contato de Fernandinho Beira-Mar. Junto com outros dois presos contratara quatro pessoas para matar João Morel.
No dia combinado, o crime aconteceu. Um cuidou a entrada da cela e outros três executaram a golpes de 'chucho' um dos líderes do tráfico na fronteira, ex-amigo de Beira-Mar, João Morel.
Os três envolvidos na morte, acabaram denunciados pelo juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Júlio Roberto Siqueira, hoje desembargador do TJ-MS. Os três acusados negaram a versão do MPE.
Um dos envolvidos, de apelido Marreta foi o único que assumiu a autoria do crime e foi condenado em abril de 2004 a 16 anos de prisão. Já os outros dois José Ivanilson, Welverlon e Luiz Marcos morreram.
Rede
No arquivo do Midiamax há registros do significado da rede que atua na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai.
No ano de 2002, ao ser informado sobre um plano de fuga na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande, o juiz substituto federal, Roberto Lemos dos Santos, determinou a remoção dos traficantes José Elias Fernandes do Amaral, 33, Bagual, e Eliandro Fernandes do Amaral, 24, Cateto, para as celas da Polícia Federal (PF) em Campo Grande. Os dois foram condenados a 10 anos de prisão cada um. Havia indícios que a dupla tenha envolvimento com o traficante Fernandinho Beira-Mar.
O caso também envolvia policiais civis em Mato Grosso do Sul, acusados de receber propina dos traficantes.
Naquele ano, o juiz federal Odilon de Oliveira informou a Roberto Lemos que recebeu telefonema anônimo sobre um plano de fuga, montado por Bagual e Cateto na Penitenciária de Segurança Máxima.
Recheada de cocaína
Os traficantes são irmãos e foram apontados como donos de um carregamento de 337 quilos de cocaína, que estava no avião PT-OLO. A aeronave caiu na fazenda Petiry, entre os municípios sul-mato-grossenses de Iguatemi e Naviraí no dia 29 de junho de 2000.
Bagual e Cateto tentaram resgatar a droga. No avião estavam Adão Félix Alves Vissuela e Watécio de Matos Barbosa, que ficaram feridos. A Polícia Civil chegou à noite ao local da queda e levou os traficantes para o hospital, além de ter retirado a droga.
Enquanto Bagual e Cateto vieram em caminhonetes, um Mitsubishi L200 e uma Ford F250, para retirar a cocaína. Eles tentavam um acerto com a polícia. Houve troca de tiros e a dupla fugiu.
A caminhonete Ford F-250 de Bagual foi crivada de balas. Mas, ele conseguiu fraudar, após pagar R$ 15 mil na Delegacia de Polícia de Amambai, um boletim de ocorrência onde o veículo aparecia como furtado. A manobra visava driblar as investigações contra ele. Dois presos e mais policiais resgataram a caminhonete num caminhão da Polícia Civil dentro da fazenda. O veículo ficou escondido na delegacia e foi reformado em Dourados na concessionária da Ford.
A Mitsubishi foi apreendida pela PM em poder de Eliandro, quando ele se exibia num cavalo de pau em Amambai. O promotor de Justiça, Hélton Fonseca Bernardes, deu depoimento segundo o qual os presos de Amambai participavam de festas com Beira-Mar, e ficavam soltos, com as celas abertas. Inicialmente, o traficante João Morel foi apontado como dono dos 337 quilos de cocaína, que estavam no avião. Ele acabou morto dentro da Penitenciária de Segurança Máxima e o mandante teria sido justamente Beira-Mar.
Massacre
Na fronteira, o dia 13 de janeiro de 2001 ficou marcado por um dos maiores massacres da historia da máfia em Capitan Bado, no Paraguai. O clã Morel, que fez fortuna com o tráfico de drogas internacional, foi praticamente dizimado e o mandante seria Fernandinho Beira Mar.
A família Morel deu guarida a 'Beira-Mar' depois de ele ser obrigado a sair de Pedro Juan Caballero. Como pagamento, ela teve a morte.
Os irmãos Morel foram executados juntamente com um segurança por quatro pistoleiros no próprio escritório, numa chácara distante 3 quilômetros do centro da cidade de Capitan Bado. Participaram do triplo homicídio parceiros de 'Beira Mar', liderados por 'Chapolin', que está preso no presídio Bangu-1, no Rio; 'Chiquinho Meleca', que foi morto pelo Bope (Batalhão de Operações Especiais) do Rio de Janeiro, além de outros dois pistoleiros.
O massacre completou oito anos e até hoje é uma pendência judicial. Segundo informações do Capitan Bado, a única atitude tomada partiu do fiscal (promotor de Justiça) de Capitan Bado na época, Oscar Lopes Laterza, que decretou a prisão de Beira Mar, nunca cumprida no Paraguai.
Cronologia
13 de janeiro - Capangas do traficante Fernandinho Beira-Mar assassinam Ramón e Mauro Morel ("Neni") numa chácara na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. Há quatro gerações os Morel controlavam o tráfico na região que terminou em uma disputa de território com a quadrilha de Beira-Mar.
15 de janeiro - Fernandinho Beira-Mar, foragido da polícia desde 1997, telefona para o jornalista paraguaio Cândido Figueredo, do jornal ABC Color e, numa entrevista de 45 minutos, assume a morte dos irmãos Morel. Diz que matou porque se sentiu traído. Chega a elogiar João Morel, chefão do clã e pai dos dois rapazes mortos: ''Respeito o senhor Morel, mas sei que ele não vai me perdoar por eu ter matado seus filhos'', declarou Beira-Mar naquela entrevista.
21 de janeiro - João Morel, preso desde 30 de maio de 2000, é assassinado a golpes de 'chucho' (faca artesanal) dentro da cela 38 do Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande. O detento Odair Moreira da Silva assume a autoria do crime e nega qualquer relação com Beira-Mar. Ele chegou a dizer que matou por conta de uma briga à toa que a cela de João estava aberta, que entrou para pegar uma camisa, discutiu com João e que por isso o liquidou. João Morel, preso desde 30 de maio de 2000, é assassinado a golpes de 'chucho' (faca artesanal) dentro da cela 38 do Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande.
O detento Odair Moreira da Silva assume a autoria do crime e nega qualquer relação com Beira-Mar. Diz que matou por conta de uma briga à toa. Garante que a cela de João estava aberta, que entrou para pegar uma camisa, discutiu com João e que por isso o liquidou. Arquivo Midiamax
Traficante carioca diz não ter nada a ver com morte de João Morel
Beira-Mar foi condenado em agosto do ano passado na 2ª Vara Criminal de Curitiba (PR) a 29 anos e oito meses de prisão por tráfico de drogas e armas e lavagem de dinheiro.
Ele foi condenado pelo 4º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro a seis anos de prisão em regime fechado. Ele cumpre pena na Penitenciária Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul e agora deverá ir à júri popular pela morte do antigo amigo, João Morel
DIVULGUEM.ESTARÃO PRESTANDO UM GRANDE SERVIÇO AO SEU PAIS E JUVENTUDE DESTE PAIS.
PARA LISTA RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA, DEMOCRACIA E BLOG DO REINALDO AZEVEDO .
O FERNANDINHO BEIRA- MAR FOI PRESO DENTRO DE UMA RESERVA INDÍGENA NA FRONTEIRA COM COLÔMBIA.
FERNANDINHO BEIRA MAR TINHA A PROTEÇÃO DAS FARC, MAS TAMBÉM TINHA A PROTEÇÃO DE GENTE DA FUNAI E DO EX PRESIDENTE DA FUNAI MERCIO PEREIRA GOMES.O FALSO PADRE DAS FARC CUJA A MULHER TRABALHA DIRETAMENTE NO GABINETE DO LULA ARTICULOU POR INTERMÉDIO DO EX MINISTRO MARCIO TOMAS BASTOS QUE FERNANDINHO BEIRA MAR SE ENTREGASSE E FOSSE OPERADO NO HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS,
POIS AS EXERCITO DA COLÔMBIA HAVIAM INVADIDO TERRITORIO BRASILEIRO PARA COMBATER COM AS FARC DENTRO A RESERVA INDÍGENA .
O PT ESCONDEU ESTA GUERRA PARA SE PROTEGER E ESCONDEU O SEU ENVOLVIMENTO COM NARCOTRÁFICO.
VEJAM ESTA MATÉRIA DA REVISTA VEJA DA ÉPOCA E ISTO É ABAIXO.
RUI VICENTINI
DETALHE
FERNANDINHO BEIRA- MAR NÃO FOI MORTO NA PRISÃO, ATÉ HOJE PORQUE POSSUI DOCUMENTOS EM ARQUIVO SECRETO QUE REVELA O ENVOLVIMENTO DO PT COM O NARCOTRÁFICO
TEM PROTEÇÃO DIA E NOTE DA PF PARA QUE ISTO NÃO ACONTEÇA.
EM VERDADE; É SEU PASSAPORTE PARA VIDA ESTES DOCUMENTOS.
OS SENADORES ROMEU TUMA E MAGNO MALTA TEM COPIAS DESTES DOCUMENTOS BASTA TONA-LOS PÚBLICOS SE TIVEREM A DIGNIDADE DE HOMENS SÉRIOS.Beira-Mar vai a julgamento pelo homicídio de João Morel
Do Jornal Dia Dia
O juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Marcelo Guimarães deverá definir até a semana que vem a data do julgamento do narcotraficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar.
No Presídio Federal de Campo Grande, ele deverá ter uma escolta reforçada para o dia do julgamento. O MPE sustenta a acusação contra Fernandinho Beira-Mar pelo assassinato do traficante sexagenário João Morel.
Ele foi morto dentro do EPSM (Estabelecimento Penal de Segurança Máxima) em janeiro de 2001. A acusação é de que a ordem teria partido de Beira-Mar, pois na época, a família Morel estava em guerra pelo controle do tráfico na região de Capitan Bado e Coronel Sapucaia. João Morel foi morto a golpes de 'chucho'. TJ
No ano passado, o TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) negou recurso da defesa do traficante carioca que sustenta a falta de provas para responsabilizar Beira-Mar.
Com isso, mais uma vez o traficante carioca terá que responder à Justiça. No caso de Morel por motivo torpe, sem que Morel tivesse chance de defesa.
Guerra
Na guerra instalada na fronteira, a família Morel acabou morta e João preso por tráfico. Beira-Mar teria ordenado através de telefonema celular a morte de João Morel.
Conforme o MPE, Luiz Marcos da Silva dos Santos, conhecido como Francês, teria sido o contato de Fernandinho Beira-Mar. Junto com outros dois presos contratara quatro pessoas para matar João Morel.
No dia combinado, o crime aconteceu. Um cuidou a entrada da cela e outros três executaram a golpes de 'chucho' um dos líderes do tráfico na fronteira, ex-amigo de Beira-Mar, João Morel.
Os três envolvidos na morte, acabaram denunciados pelo juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Júlio Roberto Siqueira, hoje desembargador do TJ-MS. Os três acusados negaram a versão do MPE.
Um dos envolvidos, de apelido Marreta foi o único que assumiu a autoria do crime e foi condenado em abril de 2004 a 16 anos de prisão. Já os outros dois José Ivanilson, Welverlon e Luiz Marcos morreram.
Rede
No arquivo do Midiamax há registros do significado da rede que atua na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai.
No ano de 2002, ao ser informado sobre um plano de fuga na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande, o juiz substituto federal, Roberto Lemos dos Santos, determinou a remoção dos traficantes José Elias Fernandes do Amaral, 33, Bagual, e Eliandro Fernandes do Amaral, 24, Cateto, para as celas da Polícia Federal (PF) em Campo Grande. Os dois foram condenados a 10 anos de prisão cada um. Havia indícios que a dupla tenha envolvimento com o traficante Fernandinho Beira-Mar.
O caso também envolvia policiais civis em Mato Grosso do Sul, acusados de receber propina dos traficantes.
Naquele ano, o juiz federal Odilon de Oliveira informou a Roberto Lemos que recebeu telefonema anônimo sobre um plano de fuga, montado por Bagual e Cateto na Penitenciária de Segurança Máxima.
Recheada de cocaína
Os traficantes são irmãos e foram apontados como donos de um carregamento de 337 quilos de cocaína, que estava no avião PT-OLO. A aeronave caiu na fazenda Petiry, entre os municípios sul-mato-grossenses de Iguatemi e Naviraí no dia 29 de junho de 2000.
Bagual e Cateto tentaram resgatar a droga. No avião estavam Adão Félix Alves Vissuela e Watécio de Matos Barbosa, que ficaram feridos. A Polícia Civil chegou à noite ao local da queda e levou os traficantes para o hospital, além de ter retirado a droga.
Enquanto Bagual e Cateto vieram em caminhonetes, um Mitsubishi L200 e uma Ford F250, para retirar a cocaína. Eles tentavam um acerto com a polícia. Houve troca de tiros e a dupla fugiu.
A caminhonete Ford F-250 de Bagual foi crivada de balas. Mas, ele conseguiu fraudar, após pagar R$ 15 mil na Delegacia de Polícia de Amambai, um boletim de ocorrência onde o veículo aparecia como furtado. A manobra visava driblar as investigações contra ele. Dois presos e mais policiais resgataram a caminhonete num caminhão da Polícia Civil dentro da fazenda. O veículo ficou escondido na delegacia e foi reformado em Dourados na concessionária da Ford.
A Mitsubishi foi apreendida pela PM em poder de Eliandro, quando ele se exibia num cavalo de pau em Amambai. O promotor de Justiça, Hélton Fonseca Bernardes, deu depoimento segundo o qual os presos de Amambai participavam de festas com Beira-Mar, e ficavam soltos, com as celas abertas. Inicialmente, o traficante João Morel foi apontado como dono dos 337 quilos de cocaína, que estavam no avião. Ele acabou morto dentro da Penitenciária de Segurança Máxima e o mandante teria sido justamente Beira-Mar.
Massacre
Na fronteira, o dia 13 de janeiro de 2001 ficou marcado por um dos maiores massacres da historia da máfia em Capitan Bado, no Paraguai. O clã Morel, que fez fortuna com o tráfico de drogas internacional, foi praticamente dizimado e o mandante seria Fernandinho Beira Mar.
A família Morel deu guarida a 'Beira-Mar' depois de ele ser obrigado a sair de Pedro Juan Caballero. Como pagamento, ela teve a morte.
Os irmãos Morel foram executados juntamente com um segurança por quatro pistoleiros no próprio escritório, numa chácara distante 3 quilômetros do centro da cidade de Capitan Bado. Participaram do triplo homicídio parceiros de 'Beira Mar', liderados por 'Chapolin', que está preso no presídio Bangu-1, no Rio; 'Chiquinho Meleca', que foi morto pelo Bope (Batalhão de Operações Especiais) do Rio de Janeiro, além de outros dois pistoleiros.
O massacre completou oito anos e até hoje é uma pendência judicial. Segundo informações do Capitan Bado, a única atitude tomada partiu do fiscal (promotor de Justiça) de Capitan Bado na época, Oscar Lopes Laterza, que decretou a prisão de Beira Mar, nunca cumprida no Paraguai.
Cronologia
13 de janeiro - Capangas do traficante Fernandinho Beira-Mar assassinam Ramón e Mauro Morel ("Neni") numa chácara na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. Há quatro gerações os Morel controlavam o tráfico na região que terminou em uma disputa de território com a quadrilha de Beira-Mar.
15 de janeiro - Fernandinho Beira-Mar, foragido da polícia desde 1997, telefona para o jornalista paraguaio Cândido Figueredo, do jornal ABC Color e, numa entrevista de 45 minutos, assume a morte dos irmãos Morel. Diz que matou porque se sentiu traído. Chega a elogiar João Morel, chefão do clã e pai dos dois rapazes mortos: ''Respeito o senhor Morel, mas sei que ele não vai me perdoar por eu ter matado seus filhos'', declarou Beira-Mar naquela entrevista.
21 de janeiro - João Morel, preso desde 30 de maio de 2000, é assassinado a golpes de 'chucho' (faca artesanal) dentro da cela 38 do Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande. O detento Odair Moreira da Silva assume a autoria do crime e nega qualquer relação com Beira-Mar. Ele chegou a dizer que matou por conta de uma briga à toa que a cela de João estava aberta, que entrou para pegar uma camisa, discutiu com João e que por isso o liquidou. João Morel, preso desde 30 de maio de 2000, é assassinado a golpes de 'chucho' (faca artesanal) dentro da cela 38 do Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande.
O detento Odair Moreira da Silva assume a autoria do crime e nega qualquer relação com Beira-Mar. Diz que matou por conta de uma briga à toa. Garante que a cela de João estava aberta, que entrou para pegar uma camisa, discutiu com João e que por isso o liquidou. Arquivo Midiamax
Traficante carioca diz não ter nada a ver com morte de João Morel
Beira-Mar foi condenado em agosto do ano passado na 2ª Vara Criminal de Curitiba (PR) a 29 anos e oito meses de prisão por tráfico de drogas e armas e lavagem de dinheiro.
Ele foi condenado pelo 4º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro a seis anos de prisão em regime fechado. Ele cumpre pena na Penitenciária Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul e agora deverá ir à júri popular pela morte do antigo amigo, João Morel.
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No Presídio Federal de Campo Grande, ele deverá ter uma escolta reforçada para o dia do julgamento. O MPE sustenta a acusação contra Fernandinho Beira-Mar pelo assassinato do traficante sexagenário João Morel.
Ele foi morto dentro do EPSM (Estabelecimento Penal de Segurança Máxima) em janeiro de 2001. A acusação é de que a ordem teria partido de Beira-Mar, pois na época, a família Morel estava em guerra pelo controle do tráfico na região de Capitan Bado e Coronel Sapucaia. João Morel foi morto a golpes de 'chucho'.
TJ
No ano passado, o TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) negou recurso da defesa do traficante carioca que sustenta a falta de provas para responsabilizar Beira-Mar.
Com isso, mais uma vez o traficante carioca terá que responder à Justiça. No caso de Morel por motivo torpe, sem que Morel tivesse chance de defesa.
Guerra
Na guerra instalada na fronteira, a família Morel acabou morta e João preso por tráfico. Beira-Mar teria ordenado através de telefonema celular a morte de João Morel.
Conforme o MPE, Luiz Marcos da Silva dos Santos, conhecido como Francês, teria sido o contato de Fernandinho Beira-Mar. Junto com outros dois presos contratara quatro pessoas para matar João Morel.
No dia combinado, o crime aconteceu. Um cuidou a entrada da cela e outros três executaram a golpes de 'chucho' um dos líderes do tráfico na fronteira, ex-amigo de Beira-Mar, João Morel.
Os três envolvidos na morte, acabaram denunciados pelo juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Júlio Roberto Siqueira, hoje desembargador do TJ-MS. Os três acusados negaram a versão do MPE.
Um dos envolvidos, de apelido Marreta foi o único que assumiu a autoria do crime e foi condenado em abril de 2004 a 16 anos de prisão. Já os outros dois José Ivanilson, Welverlon e Luiz Marcos morreram.
Rede
No arquivo do Midiamax há registros do significado da rede que atua na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai.
No ano de 2002, ao ser informado sobre um plano de fuga na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande, o juiz substituto federal, Roberto Lemos dos Santos, determinou a remoção dos traficantes José Elias Fernandes do Amaral, 33, Bagual, e Eliandro Fernandes do Amaral, 24, Cateto, para as celas da Polícia Federal (PF) em Campo Grande. Os dois foram condenados a 10 anos de prisão cada um. Havia indícios que a dupla tenha envolvimento com o traficante Fernandinho Beira-Mar.
O caso também envolvia policiais civis em Mato Grosso do Sul, acusados de receber propina dos traficantes.
Naquele ano, o juiz federal Odilon de Oliveira informou a Roberto Lemos que recebeu telefonema anônimo sobre um plano de fuga, montado por Bagual e Cateto na Penitenciária de Segurança Máxima.
Recheada de cocaína
Os traficantes são irmãos e foram apontados como donos de um carregamento de 337 quilos de cocaína, que estava no avião PT-OLO. A aeronave caiu na fazenda Petiry, entre os municípios sul-mato-grossenses de Iguatemi e Naviraí no dia 29 de junho de 2000.
Bagual e Cateto tentaram resgatar a droga. No avião estavam Adão Félix Alves Vissuela e Watécio de Matos Barbosa, que ficaram feridos. A Polícia Civil chegou à noite ao local da queda e levou os traficantes para o hospital, além de ter retirado a droga.
Enquanto Bagual e Cateto vieram em caminhonetes, um Mitsubishi L200 e uma Ford F250, para retirar a cocaína. Eles tentavam um acerto com a polícia. Houve troca de tiros e a dupla fugiu.
A caminhonete Ford F-250 de Bagual foi crivada de balas. Mas, ele conseguiu fraudar, após pagar R$ 15 mil na Delegacia de Polícia de Amambai, um boletim de ocorrência onde o veículo aparecia como furtado. A manobra visava driblar as investigações contra ele. Dois presos e mais policiais resgataram a caminhonete num caminhão da Polícia Civil dentro da fazenda. O veículo ficou escondido na delegacia e foi reformado em Dourados na concessionária da Ford.
A Mitsubishi foi apreendida pela PM em poder de Eliandro, quando ele se exibia num cavalo de pau em Amambai. O promotor de Justiça, Hélton Fonseca Bernardes, deu depoimento segundo o qual os presos de Amambai participavam de festas com Beira-Mar, e ficavam soltos, com as celas abertas. Inicialmente, o traficante João Morel foi apontado como dono dos 337 quilos de cocaína, que estavam no avião. Ele acabou morto dentro da Penitenciária de Segurança Máxima e o mandante teria sido justamente Beira-Mar.
Massacre
Na fronteira, o dia 13 de janeiro de 2001 ficou marcado por um dos maiores massacres da historia da máfia em Capitan Bado, no Paraguai. O clã Morel, que fez fortuna com o tráfico de drogas internacional, foi praticamente dizimado e o mandante seria Fernandinho Beira Mar.
A família Morel deu guarida a 'Beira-Mar' depois de ele ser obrigado a sair de Pedro Juan Caballero. Como pagamento, ela teve a morte.
Os irmãos Morel foram executados juntamente com um segurança por quatro pistoleiros no próprio escritório, numa chácara distante 3 quilômetros do centro da cidade de Capitan Bado. Participaram do triplo homicídio parceiros de 'Beira Mar', liderados por 'Chapolin', que está preso no presídio Bangu-1, no Rio; 'Chiquinho Meleca', que foi morto pelo Bope (Batalhão de Operações Especiais) do Rio de Janeiro, além de outros dois pistoleiros.
O massacre completou oito anos e até hoje é uma pendência judicial. Segundo informações do Capitan Bado, a única atitude tomada partiu do fiscal (promotor de Justiça) de Capitan Bado na época, Oscar Lopes Laterza, que decretou a prisão de Beira Mar, nunca cumprida no Paraguai.
Cronologia
13 de janeiro - Capangas do traficante Fernandinho Beira-Mar assassinam Ramón e Mauro Morel ("Neni") numa chácara na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. Há quatro gerações os Morel controlavam o tráfico na região que terminou em uma disputa de território com a quadrilha de Beira-Mar.
15 de janeiro - Fernandinho Beira-Mar, foragido da polícia desde 1997, telefona para o jornalista paraguaio Cândido Figueredo, do jornal ABC Color e, numa entrevista de 45 minutos, assume a morte dos irmãos Morel. Diz que matou porque se sentiu traído. Chega a elogiar João Morel, chefão do clã e pai dos dois rapazes mortos: ''Respeito o senhor Morel, mas sei que ele não vai me perdoar por eu ter matado seus filhos'', declarou Beira-Mar naquela entrevista.
21 de janeiro - João Morel, preso desde 30 de maio de 2000, é assassinado a golpes de 'chucho' (faca artesanal) dentro da cela 38 do Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande. O detento Odair Moreira da Silva assume a autoria do crime e nega qualquer relação com Beira-Mar. Ele chegou a dizer que matou por conta de uma briga à toa que a cela de João estava aberta, que entrou para pegar uma camisa, discutiu com João e que por isso o liquidou. João Morel, preso desde 30 de maio de 2000, é assassinado a golpes de 'chucho' (faca artesanal) dentro da cela 38 do Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande.
O detento Odair Moreira da Silva assume a autoria do crime e nega qualquer relação com Beira-Mar. Diz que matou por conta de uma briga à toa. Garante que a cela de João estava aberta, que entrou para pegar uma camisa, discutiu com João e que por isso o liquidou. Arquivo Midiamax
Traficante carioca diz não ter nada a ver com morte de João Morel
Beira-Mar foi condenado em agosto do ano passado na 2ª Vara Criminal de Curitiba (PR) a 29 anos e oito meses de prisão por tráfico de drogas e armas e lavagem de dinheiro.
Ele foi condenado pelo 4º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro a seis anos de prisão em regime fechado. Ele cumpre pena na Penitenciária Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul e agora deverá ir à júri popular pela morte do antigo amigo, João Morel
venerdì 23 luglio 2010
Dilma QUER ACABAR COM COLÉGIOS MILITARES...É, FICA MAIS FÁCIL.
.O Brasil não merece gente que pensa assim, seja do PT ou não!!
Nos COLÉGIOS MILITARES, há a seleção pelo mérito e não pela lei do GERSON.
Tudo que presta, que contribui para o desenvolvimento do País, precisa ser destruído para que a mediocridade possa continuar a governar o Brasil.
Agora, é necessário acabar com os COLÉGIOS MILITARES. São doze e, tradicionalmente, os melhores do Ensino Médio no Brasil.
Estão reclamando porque lá se ensina a verdadeira história da Pátria.
Lá não se enaltecem os gatunos dos mensalões e os destruidores do País.
Lá não se ensina a mentir como se mente no blog da candidata a presidente e mente a própria candidata que falsificou até o seu curriculum vitae.
Nos Colégios Militares, ensina-se a vitória dos GUARARAPES, resultado da União das raças (preto - branco e índio) que derrotaram o melhor exército do mundo, na época.
Lá se ensina que foram os paraguaios que invadiram o Brasil, apossando-se de URUGUAIANA, FORTE COIMBRA E CORUMBÁ e não a mentira implantada e contada pelo comunista e historiador argentino León Pomer, que publicou que o "Brasil matou 95% da população masculina do Paraguai" e por aí vai e a versão brasileira é de Júlio José Chivenato que nos apresenta como submissos à política externa Inglesa e outros "bichos".
Quem quiser saber a verdade que compre o livro GUIA POLITICAMENTE INCORRETO DA HISTÓRIA DO BRASIL DE LEANDRO NARLOCH.
Neste livro vamos encontrar a versão correta do problema indígena, quando o Ministério da Educação, que deseduca, fala em genocídio contra os índios e outras safadezas criadas pela mediocridade esquerdista e ladra brasileira.
A raiva contra o IME, o ITA, as Academias Militares e os Colégios Militares é que são escolas de Excelência.
Os alunos destes estabelecimentos de Ensino são, competentes, disputados no mercado de trabalho pelas seguintes razões: são responsáveis, são preparados, são disciplinados, são cumpridores do dever, aprenderam que ser honesto é uma obrigação do cidadão, são leais aos seus superiores e sabem comandar e obedecer.
Nos COLÉGIOS MILITARES, há a seleção pelo mérito e não pela lei do GERSON.
Lá se desenvolve o caráter do jovem, ensinando os valores que dignificam o homem.
Como é necessário e urgente destruir os valores da formação moral da Nação Brasileira é preciso que sejam os mesmos destruídos para que continuem a dominar a safadeza, a falta de caráter, o roubo, o assassinato, a mentira, a desonestidade, a canalhice, a sem-vergonhice, o domínio dos sacripantas, velhacos e outros termos ditos pelos que foram traídos agora e estão mostrando a desgraça para onde marcha o Brasil.
Os Colégios Militares formam a elite pensante brasileira.
Nenhum dos mensaleiros, cuequeiros, terroristas, transportadores de dólares, malas, matadores profissionais (Santo André) etc. cursaram algum Colégio Militar.
Eles estudaram na escola do crime.
Aconselhamos aos detratores que estudem e leiam Nabuco, Taunay, Calógeras, Rocha Pombo, a coleção Brasiliana, Fragoso, Lira Tavares e não procurem fugir do debate, indo para os EUA ou Europa com medo da falta total de Cultura.
VAMOS REPASSAR PARA INFORMAR!
A INTERNET É A NOSSA ARMA!
mercoledì 21 luglio 2010
QUEM É A DILMA
Prezados Amigos e Amigas
Como vocês sabem, recebemos msgs de cunho político e, como é de se esperar, falamos mal uns e aplaudimos outros.
Encaminhamos msgs que recebemos, sendo que a grande maioria é contra a Dilma e esculachando o PT/Lula.
Assim, para contribuir com o debate e mostrar que Dilma já deu as suas contribuições para o avanço do Brasil, precisamos
- Fotos dela lutando pela democracia...
Tem que existir! Por exemplo: Uma foto da Dilma nas Diretas Já!
- Uma foto da Dilma em uma passeata pela Anistia Ampla, Geral e Irrestrita!
- Uma foto da Dilma em algum evento pela Constituinte Livre e soberana!
- Uma foto no Impeachment do Collor.
- Uma foto ou vídeo, que mostre ela indignada com o Mensalão ou com a história do dinheiro nas cuecas, nas malas, nas meias, etc.
- Uma foto ou vídeo de algum trabalho social de que ela já tenha participado.
- Uma foto ou vídeo em que ela se mostre utenticamente simpática.
Deve haver!
- Uma foto dela com o marido (será que ela tem marido?) afinal de contas se ela for eleita queremos saber quem será o primeiro "damo" do Brasil.
- Como dizem que ela é sapatona ao menos me enviem a foto da namorada que será, caso ela seja eleita, a primeira dama do Brasil
Precisamos provocar a maioria com quem correspondemos na internet e, para isso, precisamos de ajuda.
Não podemos ter uma presidenta sobre a qual não sabemos absolutamente nada, a não ser da boca para fora.
Chega de boatos, de "disse-me-disse".
Queremos fotos!
Notícias de jornal!
Documentos históricos!
Divulgue esta campanha e ajude a acabar com o Apagão Biográfico da Dilma.
O Brasil quer saber mais!
Queremos um Brasil transparente!
Como vocês sabem, recebemos msgs de cunho político e, como é de se esperar, falamos mal uns e aplaudimos outros.
Encaminhamos msgs que recebemos, sendo que a grande maioria é contra a Dilma e esculachando o PT/Lula.
Assim, para contribuir com o debate e mostrar que Dilma já deu as suas contribuições para o avanço do Brasil, precisamos
- Fotos dela lutando pela democracia...
Tem que existir! Por exemplo: Uma foto da Dilma nas Diretas Já!
- Uma foto da Dilma em uma passeata pela Anistia Ampla, Geral e Irrestrita!
- Uma foto da Dilma em algum evento pela Constituinte Livre e soberana!
- Uma foto no Impeachment do Collor.
- Uma foto ou vídeo, que mostre ela indignada com o Mensalão ou com a história do dinheiro nas cuecas, nas malas, nas meias, etc.
- Uma foto ou vídeo de algum trabalho social de que ela já tenha participado.
- Uma foto ou vídeo em que ela se mostre utenticamente simpática.
Deve haver!
- Uma foto dela com o marido (será que ela tem marido?) afinal de contas se ela for eleita queremos saber quem será o primeiro "damo" do Brasil.
- Como dizem que ela é sapatona ao menos me enviem a foto da namorada que será, caso ela seja eleita, a primeira dama do Brasil
Precisamos provocar a maioria com quem correspondemos na internet e, para isso, precisamos de ajuda.
Não podemos ter uma presidenta sobre a qual não sabemos absolutamente nada, a não ser da boca para fora.
Chega de boatos, de "disse-me-disse".
Queremos fotos!
Notícias de jornal!
Documentos históricos!
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O Brasil quer saber mais!
Queremos um Brasil transparente!
lunedì 19 luglio 2010
MICO JEGUE DIZ QUE "AGORA É DILMA!
Mas não é só isso, votando na Dilma você também leva, inteiramente grátis (grátis?????) um Fernando Collor de presente.
Não pense que a promoção termina aqui, votando na Dilma você também ganha, inteiramente grátis, um Renan Calheiros e um Jader Barbalho.
Mas atenção, para você votar na Dilma, você também ganhará uma Roseana Sarney no Maranhão e uma Ideli Salvati em Santa Catarina.
Ligue já para a Dirceu-shop, e ganhe esta maravilhosa oferta de presente. Dilma, Collor, Sarney pai, Sarney filha, Renan Calheiros, Jáder Barbalho, José Dirceu, e muito, muito mais, com um único voto, e tem mais, você também leva bonequinhos do Chavez, do Evo Morales, do Fidel Castro e do Ahmadinejad.
Ganhe, ainda, sem concurso algum, uma leva de deputados especialistas em mensalão: ganhe curso intensivo de como esconder dinheiro ou dolares, na cueca, na meia, na bolsa, etc., etc.
Tudo isto e muito mais... Você ganhará votando na Dilma.
Não esqueça:
Só a DILMA poderá lhe oferecer todas estas vantagens.
domenica 18 luglio 2010
DILMA MENTIRA TEM PERNAS CURTAS
Dilma volta a negar que pressionou Secretária da Receita
'Afirmo que tive reuniões com ela (Lina Vieira), que não foram a que ela relatou', esclareceu a petista
A candidata do Partido dos Trabalhadores à presidência da República, Dilma Roussef, voltou a negar que tenha se encontrado com a ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, para pressioná-la à encerrar uma investigação fiscal contra a família Sarney.
"Afirmo que tive reuniões com ela (Lina Vieira), que não foram a que ela relatou", disse, no inicio da tarde deste sábado, 17, antes de encontro político realizado em Jales, no interior de São Paulo.
A ex-ministra voltou a ser questionada sobre a denúncia da controversa reunião com Lina Vieira, supostamente ocorrida em 9 de outubro de 2008, porque a revista Veja publicou reportagem neste sábado trazendo uma nova versão que confirmaria a história contada pela ex-secretária da Receita federal. "Não tive acesso ainda à reportagem e não acredito nisto", reafirmou.
Segundo a revista Veja, o técnico de informática Demetrius Sampaio Felinto revelou que existe cópia da suposta reunião gravada no circuito interno de TV do Palácio do Planalto.
Única maneira de provar que diz verdade, se Dilma ou se Lina Vieira, as imagens teriam sido apagadas, segundo informações divulgadas à época do escândalo pelo serviço de segurança da Presidência, levando o caso a ser encerrado.
À Veja, Felinto disse mais. Que vinha sofrendo pressão para não revelar a existência do vídeo. Ainda segundo a revista semanal, o denunciante vinha há sete meses negociando com o comitê de campanha do PT a não divulgação das imagens. E que também vinha tentando obter vantagem para divulgar ou não, dependendo do interesse de quem se propusesse a pagar.
A reportagem de Veja reacende o escândalo e traz de volta a suspeita de que um crime grave foi praticado pela candidata de Luis Inácio Lula da Silva à presidência da República.
Paulo Reis Aruca, de O Estado de S.Paulo
giovedì 15 luglio 2010
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mercoledì 14 luglio 2010
domenica 11 luglio 2010
lunedì 5 luglio 2010
Por que José Serra quer ser presidente do Brasil
Eu quero ser presidente do Brasil para materializar um compromisso que tenho desde a minha juventude, e ao longo de toda a minha vida pública: a abertura de oportunidades para os brasileiros, de todas as idades, de todas as regiões do país. Abertura de oportunidades na vida, para que as pessoas possam crescer, prosperar, para que as famílias sejam mais felizes. Parece idealismo? Não. Acho que a gente pode caminhar muito nessa direção.
Estou convencido de que o Brasil pode mais. O Brasil já andou bastante nas últimas décadas, mas ele pode mais. Pode mais na segurança, que é uma área de muita preocupação para todos os brasileiros e brasileiras. A segurança é um problema grave no Brasil, e que tem ficado só por conta dos estados. Acho que o governo federal tem que entrar nessa área como corresponsável (…). Outra área em que o governo pode e tem de oferecer mais à população é a saúde, (…) Há alguns anos eu fui ministro da Saúde. Demos um grande impulso na Saúde. Esse impulso, ao longo do tempo, esmoreceu. Não é que andou para trás, mas é que as necessidades andaram mais para a frente. E é muito importante. É uma coisa que dá para avançar muito.
Vou dar um exemplo: no Brasil do futuro, das oportunidades, nenhuma mulher de 45 anos pode se privar de uma mamografia, na questão do câncer dos seios. Por exemplo, essa tem que ser uma meta: todas no Brasil examinadas. Dá para fazer? Eu sei que dá. Precisa ter recursos, (mas também) capacidade de organização, entusiasmo, eficiência.
(…) Outra área essencial para o nosso país é a educação e, principalmente, a educação para o trabalho. Ter escolas técnicas, e ter também formação profissional. (…) É possível também fazer cursos mais curtos para as famílias mais necessitadas. Por exemplo, aquelas que estão no Bolsa Família, que têm os seus jovens aí sem muita oportunidade para o futuro. Esse é, aliás, um programa que vamos reforçar e vincular à saúde, à educação, principalmente à educação também para o trabalho. São três áreas essenciais.
E duas delas, como a saúde e a segurança, têm muito a ver com um problema que envolve as duas áreas, que é a droga, que é o crack, que é um fenômeno nacional. (…) Outro aspecto fundamental, para mostrar que o nosso país pode mais, é a questão de infraestrutura — estradas, portos, aeroportos. Portos e aeroportos estão numa situação muito insuficiente para o nosso país. Por que eu quero ser presidente? Porque tenho a convicção de que posso ser decisivo num processo de avanço do Brasil. Pelo meu compromisso de vida, que vem desde a época em que eu fui dirigente estudantil, morando, aliás, no Rio de Janeiro, presidente da União Nacional dos Estudantes. Depois quando fui secretário, deputado constituinte, senador, ministro do Planejamento, ministro da Saúde, prefeito de São Paulo, governador de São Paulo. Pode-se olhar minha vida para trás e vai-se constatar que é uma vida empenhada nessa direção, inclusive, por todas as coisas que eu materializei, que fiz acontecer no meu passado, e muitas delas, novas, eu quero fazer acontecer no futuro.
Por que não votar na Dillma
O retrocesso democrático
A proposta da criação do Conselho Federal de Jornalismo levanta, pela primeira vez, em âmbito nacional, a discussão sobre a existência, no governo Lula, de um projeto para reduzir o Estado Democrático de Direito, no Brasil, a sua mínima expressão.
Tenho para mim que existe um risco concreto de estar sendo envidada uma tentativa de impor um controle sobre a sociedade, se possível com a implementação de um ``direito autoritário``, desrespeitando até mesmo cláusulas pétreas da Constituição.
De início, quero deixar claro não considerar que o governo federal esteja agindo de má-fé, ao pretenderem seus integrantes impor uma república de cunho socialista, visto que nunca esconderam suas preferências, quando na oposição, pelos caminhos de Fidel Castro, de Chávez e da ditadura socialista chinesa. Prova inequívoca é o tratamento absolutamente preferencial que dão ao ditador cubano.
O que estão pretendendo impor é apenas o que sempre pregaram - embora não tenham sido eleitos para implementar programa com esse perfil. Tenho-os, entretanto, por gente de bem, que acredita num projeto equivocado de governo e de Estado - ou seja, num modelo a ser desenvolvido sob seu rigoroso controle, se possível sem oposição, que deve ser conquistada ou eliminada.
Como primeiro passo, sinalizaram que adotaram a economia de mercado, com o objetivo de não assustar investidores nacionais e internacionais, e desarmaram resistências, escolhendo uma competente equipe econômica, que desempenha papel distante dos moldes petistas, mas relevante para manter a economia em marcha e assegurar investimentos externos. É a melhor parte do governo.
A partir daí, todos os seus atos foram e são de controle crescente da sociedade. Passo a enumerar os sinais que justificam os meus receios:
1) MST - Trata-se de um movimento que pisoteia o direito, desobedecendo ordens judiciais, invadindo propriedades produtivas - muitas vezes, destruindo-as - e prédios públicos. Embora seu principal líder dê-se o direito de chamar o ministro Pallocci de ``panaca``, recebe passagens grátis do governo para pregar a desordem e a subversão. O ministro da Reforma Agrária, que o incentiva, diz, todavia, que o fantástico número de invasões - o maior que já se verificou, na história do país - é normal. Esse senhor, que saiu do MST, apóia abertamente as constantes violações da lei e da Constituição. A idéia básica é transferir toda a terra produtiva para as massas do MST.
2) Judiciário - A reforma objetiva calar um poder incômodo, que, muitas vezes, no exercício da sua função, impõe limites ao Executivo. Por isto o governo defende o controle externo desse poder, quando não admite a imposição de controle semelhante para outras carreiras do Estado, como, por exemplo, a Receita Federal e a Polícia Federal.
3) Jornalismo - O Conselho Federal do Jornalismo não objetiva outra coisa que calar os jornalistas, visto que hoje já há mecanismos legais (ações penais e por danos morais) para responsabilizar os que comentem abusos no exercício da profissão.
4) Controle da produção artística - Como na Rússia e na Alemanha nazista, pretende o governo controlar a produção artística, cinematográfica e audiovisual.
5) Agências reguladoras - Pretende-se suprimir a autonomia que a legislação lhes outorgou, para atuarem com base em critérios técnicos, e submetê-las mais ao controle do chefe do Executivo e menos dos ministérios, como se pode constatar dos anteprojetos que a imprensa já trouxe à baila.
6) Energia elétrica - O projeto é nitidamente re-estatizante.
7) Reforma Trabalhista - Pretende-se retirar o poder normativo da Justiça do Trabalho, reduzindo a força de um poder neutro.
8) Sistema ``S`` - Estuda-se, nos bastidores, retirar dos segmentos empresariais as contribuições para o Sistema ``S``, que permitem que Senai, Sesc etc. funcionem admiravelmente na preparação de mão-de-obra qualificada e recuperação de jovens sem estudo, com o que se retirará parte da força da livre iniciativa, representada pelas CNA, CNC, CNI e outras, de reagir a regimes autoritários. A classe empresarial ficará enfraquecida, se isto ocorrer.
9) Universidade - O fracasso da universidade federal está levando ao projeto denominado ``Universidade para todos``. Por ele, revoga-se, mediante lei ordinária, a imunidade tributária outorgada pela Constituição, retirando-se das escolas privadas - que fazem o que o governo deveria fazer, com os nossos tributos, e não faz - 20% de suas vagas. Como essas escolas já têm quase 30% de inadimplência, o projeto é forma de inviabilizá-las ou transferi-las para o governo.
10) Sigilo bancário - Embora haja cláusula imodificável, na Constituição, assegurando que o sigilo bancário só pode ser quebrado mediante autorização judicial, há projeto para permitir à Polícia Federal a sua quebra. Se ato desse teor for editado, terá, o governo, até as próximas eleições, acesso aos dados financeiros da vida de todos os cidadãos brasileiros, o que lhe permitirá um poder de fogo e de pressão jamais visto, nem mesmo durante o período de exceção militar.
Poderia enumerar outros pontos.
Não ponho em dúvida, volto a dizer, a honestidade dos integrantes do governo, até porque conheço quase todos, sou amigo de alguns, e estou convencido de que acreditam que essa é a melhor solução para o Brasil. Como eu não acredito que seja - pois entendo que nada substitui a democracia e que qualquer autoritarismo é um largo passo para a ditadura - e como não foi esse o programa de governo que os levou ao poder, escrevo este artigo na esperança de levar pelo menos os meus poucos leitores a meditarem em se é este o modelo político que desejam para o nosso país.
(*) - Ives Gandra da Silva Martins - Jurista, renomado professor de Direito.
Tenho para mim que existe um risco concreto de estar sendo envidada uma tentativa de impor um controle sobre a sociedade, se possível com a implementação de um ``direito autoritário``, desrespeitando até mesmo cláusulas pétreas da Constituição.
De início, quero deixar claro não considerar que o governo federal esteja agindo de má-fé, ao pretenderem seus integrantes impor uma república de cunho socialista, visto que nunca esconderam suas preferências, quando na oposição, pelos caminhos de Fidel Castro, de Chávez e da ditadura socialista chinesa. Prova inequívoca é o tratamento absolutamente preferencial que dão ao ditador cubano.
O que estão pretendendo impor é apenas o que sempre pregaram - embora não tenham sido eleitos para implementar programa com esse perfil. Tenho-os, entretanto, por gente de bem, que acredita num projeto equivocado de governo e de Estado - ou seja, num modelo a ser desenvolvido sob seu rigoroso controle, se possível sem oposição, que deve ser conquistada ou eliminada.
Como primeiro passo, sinalizaram que adotaram a economia de mercado, com o objetivo de não assustar investidores nacionais e internacionais, e desarmaram resistências, escolhendo uma competente equipe econômica, que desempenha papel distante dos moldes petistas, mas relevante para manter a economia em marcha e assegurar investimentos externos. É a melhor parte do governo.
A partir daí, todos os seus atos foram e são de controle crescente da sociedade. Passo a enumerar os sinais que justificam os meus receios:
1) MST - Trata-se de um movimento que pisoteia o direito, desobedecendo ordens judiciais, invadindo propriedades produtivas - muitas vezes, destruindo-as - e prédios públicos. Embora seu principal líder dê-se o direito de chamar o ministro Pallocci de ``panaca``, recebe passagens grátis do governo para pregar a desordem e a subversão. O ministro da Reforma Agrária, que o incentiva, diz, todavia, que o fantástico número de invasões - o maior que já se verificou, na história do país - é normal. Esse senhor, que saiu do MST, apóia abertamente as constantes violações da lei e da Constituição. A idéia básica é transferir toda a terra produtiva para as massas do MST.
2) Judiciário - A reforma objetiva calar um poder incômodo, que, muitas vezes, no exercício da sua função, impõe limites ao Executivo. Por isto o governo defende o controle externo desse poder, quando não admite a imposição de controle semelhante para outras carreiras do Estado, como, por exemplo, a Receita Federal e a Polícia Federal.
3) Jornalismo - O Conselho Federal do Jornalismo não objetiva outra coisa que calar os jornalistas, visto que hoje já há mecanismos legais (ações penais e por danos morais) para responsabilizar os que comentem abusos no exercício da profissão.
4) Controle da produção artística - Como na Rússia e na Alemanha nazista, pretende o governo controlar a produção artística, cinematográfica e audiovisual.
5) Agências reguladoras - Pretende-se suprimir a autonomia que a legislação lhes outorgou, para atuarem com base em critérios técnicos, e submetê-las mais ao controle do chefe do Executivo e menos dos ministérios, como se pode constatar dos anteprojetos que a imprensa já trouxe à baila.
6) Energia elétrica - O projeto é nitidamente re-estatizante.
7) Reforma Trabalhista - Pretende-se retirar o poder normativo da Justiça do Trabalho, reduzindo a força de um poder neutro.
8) Sistema ``S`` - Estuda-se, nos bastidores, retirar dos segmentos empresariais as contribuições para o Sistema ``S``, que permitem que Senai, Sesc etc. funcionem admiravelmente na preparação de mão-de-obra qualificada e recuperação de jovens sem estudo, com o que se retirará parte da força da livre iniciativa, representada pelas CNA, CNC, CNI e outras, de reagir a regimes autoritários. A classe empresarial ficará enfraquecida, se isto ocorrer.
9) Universidade - O fracasso da universidade federal está levando ao projeto denominado ``Universidade para todos``. Por ele, revoga-se, mediante lei ordinária, a imunidade tributária outorgada pela Constituição, retirando-se das escolas privadas - que fazem o que o governo deveria fazer, com os nossos tributos, e não faz - 20% de suas vagas. Como essas escolas já têm quase 30% de inadimplência, o projeto é forma de inviabilizá-las ou transferi-las para o governo.
10) Sigilo bancário - Embora haja cláusula imodificável, na Constituição, assegurando que o sigilo bancário só pode ser quebrado mediante autorização judicial, há projeto para permitir à Polícia Federal a sua quebra. Se ato desse teor for editado, terá, o governo, até as próximas eleições, acesso aos dados financeiros da vida de todos os cidadãos brasileiros, o que lhe permitirá um poder de fogo e de pressão jamais visto, nem mesmo durante o período de exceção militar.
Poderia enumerar outros pontos.
Não ponho em dúvida, volto a dizer, a honestidade dos integrantes do governo, até porque conheço quase todos, sou amigo de alguns, e estou convencido de que acreditam que essa é a melhor solução para o Brasil. Como eu não acredito que seja - pois entendo que nada substitui a democracia e que qualquer autoritarismo é um largo passo para a ditadura - e como não foi esse o programa de governo que os levou ao poder, escrevo este artigo na esperança de levar pelo menos os meus poucos leitores a meditarem em se é este o modelo político que desejam para o nosso país.
(*) - Ives Gandra da Silva Martins - Jurista, renomado professor de Direito.
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